Entrevista: Ana Larousse

Por: Renan Pereira

Depois de termos iniciado a nossa seção de entrevistas no último mês de dezembro, o bom resultado nos levou a transformá-la em uma publicação mensal. Para o mês de janeiro, convidamos a curitibana Ana Larousse para ser nossa nova entrevistada. Mostrando grande disponibilidade, a cantora prontamente atendeu o pedido, e graças à rede social de Mark Zuckerberg tivemos o prazer de bater um papo com a compositora.

Durante alguns dias de mensagens trocadas, conversamos não apenas sobre a carreira da musicista. Debatendo as diferenças entre Paris e Curitiba, o estado do mercado da música ou até mesmo a importância das amizades, Ana Larousse demonstrou, com muita espontaneidade, que aquela garota sensível e de forte personalidade de “Tudo Começou Aqui” se faz sempre presente em sua vida… Afinal de contas, é ela mesma.

Tendo lançado seu primeiro disco no ano passado, e prestes a dar a luz a um projeto colaborativo com Vinícius Nisi (A Banda mais Bonita da Cidade), Ana Larousse se destaca pela forma com que transforma o seu íntimo em um bem universal, partilhando com o público suas alegrias e aflições. Sentimentos que são explorados inclusive nesta entrevista.

Ana+Larousse

Seu primeiro disco, “Tudo Começou Aqui”, é claramente o resultado de muitas experiências… Você parece ter trabalhado com imenso cuidado para que cada faixa pudesse representar um fase da sua vida: há relatos da infância, da adolescência e da Ana de hoje em dia. Foi difícil reviver as emoções do passado para gravar o disco? Na primeira música, “Vai, Menina”, dá para imaginar uma garota de 18 anos cantando, e dessa etapa da vida você já passou…

Sim. É um relato de várias fases da minha vida porque escolhi canções que foram compostas em diferentes momentos ao longo de quatro anos. Tenho muitas outras canções. Mas escolhi as que representavam fases mais importantes pra mim. Daquelas que a gente sente que mudaram algo grande dentro da gente.

Não foi difícil reviver não. Muito pelo contrário. Foi uma delícia refrescar essas memórias e trazer elas de volta pra mim. Como se fosse uma interferência minha no tempo. Colocando algo da fase que vivia quando gravei o disco em cima de outros pedaços da minha vida. Foi um encontro gostoso desses tempos. E também é gostoso cantar A Paz do Fim, por exemplo, e lembrar do quanto estava sofrendo quando escrevi e ver que superei lindamente aquela dor. Cantar uma dor superada é quase um gozo. E ao mesmo tempo é lindo ver a música e a dor se reinventando. Já tive shows em que cantei A Paz do Fim me emocionando, não pensando na pessoa pra quem eu a fiz originalmente, mas em outra. É como se a música já não fosse mais minha (visto que o momento pela qual passei ao escreve-la já passou) e eu me emocionasse com a letra como faz o público. Me sinto meio que espectadora das minhas próprias canções. Isso me dá força e tesão de continuar cantando elas. Vai, Menina eu escrevi com 22 anos. Foi meio que quando eu me dei conta MESMO de que eu passaria o resto da vida tento que cuidar de mim sozinha. Que seria eu a enfrentar o mundo todo e mais ninguém por mim. Quando eu estava em Paris, doente e tinha que eu mesma, com 39 graus de febre, descer comprar remédios, fazer meu chá e minha sopa e ainda ir trabalhar senão não tinha dinheiro no final do mês e essas coisas todas. Cansava e me assustava o fato de que seria assim pra sempre. Ainda me assusta. rs Mas a sensação de cantar ela tomou outro lugar. Assim como todas as outras. A gente vai mudando sempre e as nossas obras vão mudando junto. Pelo menos pra mim é assim. E graças a deus! (Não precisa corrigir a minúscula em deus. É intencional).

Falando em Paris… Não podemos negar que a cidade-luz é um local especial para sofrer. Existe sempre uma expectativa muito grande, que pode não ser correspondida. Há, hoje em dia, até mesmo uma “doença” a qual os especialistas dizem ser causada pelas expectativas que não se cumprem para quem visita, ou passa a morar na cidade… Você é uma pessoa simpática, comunicativa, e embarcou ainda muito jovem em uma cidade sisuda, em que o povo é mais fechado do que em Curitiba. Essa “síndrome de Paris” foi uma das grandes responsáveis para que seu lado melancólico desabrochasse?

Vários fatores em Paris foram essenciais pra construção da minha identidade artística. A melancolia que paira sobre a cidade; aquela sensção de estar num livro, num filme e não na vida real; aquela quantidade incansável de cafés, livrarias, cinemas e intelectuais. Também fala-se muito de arte e cultura e história e geografia em Paris. Isso é uma das coisas das quais mais sinto falta. Aqui, em bares, sinto que, muitas vezes, o assunto se resume a paqueras e astrologia. Isso me frustra. Sinto falta daquelas masturbações intelectuais sobre tudo. As pessoas leem muito lá e a vida de quase todo mundo meio que gira em torno da cultura e da história. Isso é lindo, empolgante e absurdamente inspirador. É como se não houvesse nada para fazer além de criar e questionar tudo o tempo todo. Continuo praticando isso aqui, mas sinto falta desse ar tomando conta da cidade. Não houve frustração nenhuma. Muito pelo contrário. Paris ganhou meu coração pra vida. É, como toda cidade, um lugar ambivalente. Às vezes encantador e às vezes cruel e hostil. Mas o que Paris tinha de hostil ela limpava lindamente com belezas infindáveis e eternas novidades. Tinha a sensação de desbravar um mundo novo todo dia. De conhecer sentimentos novos todo dia. Por quase cinco anos, diariamente, eu me renovava. Aqui me sinto mais acomodada, menos bagunçada e menos remexida.O que torna a vida mais leve, porém menos intensa e apaixonante. E eu nunca me frustro com expectativas. A partir do momento em que a gente escolhe estar sempre atento às novidades e se propõe a renovar o olhar a cada dia, a gente se adapta a qualquer situação e faz de qualquer coisa virar algo bonito e positivo. A cada dia Paris me ganhava. E a cada, hoje em dia, eu sinto falta de Paris. Quero voltar a morar lá em breve.

E não acho que as pessoas sejam mais fechadas do que em Curitiba. É diferente. É menos falso, digamos assim. Quando você cria uma relação um pouco mais íntima com alguém, é meio que pra vida, sabe? Não é empolgação de boteco e festa. E existem coisas aqui que são muito rudes como, por exemplo, você cruzar com um vizinho, dar bom dia e não ouvir nada em retorno. Ou cumprimentar alguém num elevador e receber um resmungo em troca. Lá as pessoas são bastante cordiais e prestativas. Não é festa-todo-mundo-se-amando-na-rua, mas você pode confiar quando um parisiense te diz que vai passar na tua casa na semana que vem ao meio dia. Enfim, várias coisas. É diferente. Aqui, muitas vezes, me sinto muito mais maltratada do que lá. As pessoas se respeitam menos aqui. Então é relativo. E fiz amigos pra vida por lá. Amigos irmãos que levarei pra sempre comigo. Aqui a gente tem bastante conhecido pra ir em festas, mas é mais difícil se comprometer e se engajar numa amizade mais profunda e estável. Enfim. Poderia passar anos aqui divagando sobre meu olhar sobre Paris ou Curitiba. Mas acho que já falei demais até! rs

Só sei que sou sempre a primeira a defender Paris quando surgem comentários sobre o estereótipo de que francês é mal-educado. Acho, em geral, os brasileiros muito piores nesse aspecto.

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Ainda sobre as expectativas, creio que fazer um disco com financiamento coletivo traz um sentimento diferente quanto à aceitação do público… Afinal, as pessoas que pagaram para o disco ser produzido não poderiam ser frustradas com o resultado final. Mas, no fim das contas, a receptividade do “Tudo Começou Aqui” acabou se mostrando um sucesso, e certamente as pessoas que ajudaram financeiramente na produção sentiram que aquele foi um bom investimento. Porém, há quem diga que o fato do público pagar por um produto que ele ainda não sabe do que se trata é uma inversão de valores… Como enfrentar tanta responsabilidade, e como defender o financiamento coletivo? É provável que, sem ajuda financeira de terceiros, muitos discos maravilhosos (incluindo o seu) não veriam a luz do dia…

Olha. Eu vejo um tiquinho diferente, só em um aspecto. As pessoas ajudaram, claro. Mas não foi doação de dinheiro. Tiveram alguns casos de pessoas que contribuíram sem ter escolhido recompensa alguma. Mas a maior parte das pessoas pagou por uma recompensa, ou seja, um produto. Seja um disco, dois discos, um pocket show ou um passeio na casa de “Oração”. Mas a intenção das pessoas, com certeza, era a vontade e ansiedade de ter esse disco nas mãos. De ouvir esse trabalho concretizado. Mas eu também me senti muito confiante mesmo. Porque não foi tão às escuras assim. Eu já disponibilizava várias canções que entraram no meu disco no meu Soundcloud e tinham inúmeros vídeos no Youtube aonde eu estou, em algum show, cantando essas canções. Então acho que posso dizer que boa parte do publico conhecia varias canções minhas. Eu já tinha um publico formado. Pequeno, mas um publico fiel já. E eu senti que eu não iria decepcioná-los. Porque tudo foi feito com muito cuidado mesmo. Não só por eles, mas por mim mesmo. E foi muito gostoso trabalhar num projeto com uma torcida junto. É uma sensação de impulso, como se tivesse bastante gente te carregando pra você dar conta e dar o teu melhor. Nunca vi isso como pressão ou algo assim, mas como incentivo.

O financiamento coletivo é uma das poucas maneiras que temos, hoje, nós músicos independentes, de concretizar um trabalho. Pro próximo disco, minha ideia é simplesmente fazer um caixa com dinheiro dos shows pra juntar dinheiro pra poder lançá-lo. Usei financiamento coletivo uma vez, foi uma linda experiência, mas também é bastante exaustivo e cuidar disso paralelamente a gravar um disco foi bastante puxado. Tenho visto muita gente usando isso e às vezes questiono. Porque sinto que alguns trabalhos não são tão bem construídos ou articulados. E muitos são muito pouco convidativos, com recompensas pouco interessantes. E daí acaba não dando certo pra muita gente e até banalizando o uso dessa ferramenta. Sinto que se fizesse um hoje não seria tão “fácil” arrecadar os 25.000 que arrecadamos pelo Catarse. Já não é mais novidade, já cansou. E o público se cansa muito rápido. Ainda não tenho resposta pra tua pergunta. Não sei nem se devo incentivar isso e nem se devo “desincentivar”. Confesso ainda estar tentando buscar em mim algumas respostas pra atual situação do mercado fonográfico e das possíveis maneiras de viabilizar os projetos. O momento é difícil demais em milhares de aspectos. Ainda estamos caminhando pra alguma coisa. Não tenho ideia de onde isso vai chegar. Mas vamos seguindo.

Eu quebro muito a cabeça com alguns amigos discutindo maneiras de continuar trabalhando e conseguir ganhar dinheiro. Mas é difícil. Porque a gente disponibiliza o disco pra download gratuito, então o jeito de ganhar dinheiro é vendendo discos físicos e em shows. Mas isso ainda é muito pouco. Os cachês não são altos e a venda de discos é insuficiente pra bancar os custos todos. Então o negócio é torcer pra eu vender alguma música pra algo que pague bem (risos). Ou sabe deus o quê. Vamos ver.

Ana+Larousse+Ana

Mas ganhar dinheiro com música alternativa principalmente no Brasil é algo muito difícil. Geralmente, um artista independente começa a ter uma maior visibilidade quando tem uma música tocada em uma propaganda, como aconteceu com a Mallu Magalhães e o Silva, por exemplo. Claro que quem faz música alternativa não tem como almejar “enriquecer”, quem quer ficar rico hoje em dia dentro da música parte para o sertanejo universitário. Isso acaba minguando o mercado para a música de qualidade, pois o empresário visa lucro, e seu investimento acabará sendo direcionado para propostas que vendam fácil – como duplas sertanejas, por exemplo. Ao mesmo tempo, o público massivo acaba sendo domado pelas regras impostas pelas gravadoras, e mesmo aquele artista que não coloca o dinheiro como prioridade acaba encontrando barreiras para crescer artisticamente. A maior das louvações vem do público, e quando o público está alienado o alcance de sua música acaba ficando pequeno. Como é viver pela arte, procurando fazer música de qualidade, em um sistema que vive essa situação?

Vish. Aí você me pegou. Primeiro que acho que qualquer pessoa que faz qualquer coisa visando lucro exclusivamente acaba não sendo muito feliz. Mas talvez seja romantismo meu. Eu nunca fiz nada por causa de dinheiro. As vezes que tentei eu acabei fazendo mal feito. Sou movida a paixão. Se estou apaixonada pelo trabalho eu o faço com tesão e bem feito. Se houver dinheiro nisso, aí é alegria na certa! Mas é óbvio que não sou romântica a ponto de dizer que quero viver fazendo arte sem ganhar dinheiro. Jamais! É um trabalho como qualquer outro e eu, como qualquer pessoa, tenho mil contas a pagar e vontades que exigem algum dinheiro para serem realizadas. E até para trabalhar é preciso de dinheiro. Aliás, isso é um ciclo cruel pelo qual vejo muitos artistas passando. A gente precisa de dinheiro pra gerar dinheiro pra trabalhar pra gerar dinheiro pra trabalhar e quando a gente vê, está preso num lugar onde o foco do dinheiro não está mais para viver, mas para poder trabalhar. E isso é cruel. Estou longe de encontrar em mim e no mundo uma solução pra isso. Mas eu, nessa hora, abraço meu romantismo novamente e acredito que continuando fazendo o que faço com dedicação, paixão, cuidado com o público e um bom planejamento estratégico, eu vou conseguir viver de música. Por enquanto eu vivo pela música. Mas espero logo poder aumentar o volume disso. Eu não quero também me atrever a falar pelas bandas independentes em geral. Quem sou eu pra fazer isso? Mas eu, bem especificamente, acredito que, de alguma forma vou conseguir viver pela arte e de arte. Como e quando eu não sei. Mas se eu deixar de acreditar nisso, eu entro em desespero (risos).

Mas respondendo tua pergunta: é difícil pra caralho e maravilhosamente apaixonante. Acho que pra gostar de viver assim tem que ser meio doido. Amor, paixão e perigo. Dá até nome de filme ruim.

Já que você falou em filme, eu não poderia deixar de citar nessa entrevista o belíssimo clipe de “Vai, Menina”. Como foi o processo de criação do vídeo?

Eu sonhei com esse clipe. Uma noite, eu tinha chorado bastante e quando dormi, acabei me vendo no sonho escrevendo inúmeras frases minhas (as mais tristes) e depois ficando angustiada com aquilo tudo grudado e preso em mim. Depois eu me revirava pra arrancar aquilo e, quando as frases tinham sumido, eu dançava, me jogava, me debatia num chão todo cheio de terra. E, no sonho, a música que tocava era “Vai, Menina”. Acordando, liguei pro amigo Bernardo Rocha, muito empolgada com a ideia e saímos na hora pra tomar uma cerveja e falar desse possível clipe. Ele curtiu demais a ideia e topou dirigir. Juntos, a gente adaptou algumas coisas do sonho pra elaborar o roteiro e chamamos o Rosano Mauro e o Vini Nisi pra pilotarem também as câmeras e cuidarem da direção de foto e da edição, respectivamente. Pouca coisa mudou do sonho pro resultado final. E eu fico muito feliz. Dez dias depois dessa tarde de cerveja, a gente estava em Rio Negro filmando o vídeo. Foi muito libertador viver esse sonho e, de fato, passar por aquela sensação de angústia de ver tanta coisa triste escrita no meu corpo e depois me mover sem pensar em nada, com o corpo já limpo. Pra mim, esse clipe tem tanto significado e força que eu poderia passar horas falando disso. Mas isso também estragaria a percepção de quem assiste. E eu preciso terminar dizendo que seria impossível eu ficar mais satisfeita do que estou com o resultado desse trabalho. Os meninos foram delicados e muito profissionais. Eu tenho é muita sorte de ter amigos assim.

Você credita a essa amizade o crescimento da música paranaense? Tempos atrás, até haviam bons projetos, mas que não conseguiam ir além das fronteiras do estado. Algo que agora mudou, com você, o Leo Fressato, a galera da Banda mais Bonita da Cidade, ou seja, um pessoal que se ajuda não só profissionalmente, mas que também mantém uma verdadeira amizade na vida pessoal…

Eu credito as boas amizades a toda coisa bonita que surge por aí. Nunca consegui separar o pessoal do profissional. Eu sou uma pessoa e trabalho com outras pessoas. Como é que isso poderia ser impessoal? Só pode ser impessoal uma relação onde não existe comunicação orgânica entre os envolvidos. E pouco me interessa uma “relação” assim. Trabalho com quem me comunico e com quem se comunica comigo. De forma natural e espontânea. Os interesses e paixões são divididos, compartilhados, questionados, contestados, repensados. E o envolvimento pessoal nesse ambiente profissional deixa tudo mais fluido e honesto. As pessoas com quem trabalhei ou eram meus amigos ou se tornaram amigos depois. Os encontros que não funcionaram no pessoal, digamos assim, tampouco funcionaram no profissional.

Quanto ao crescimento da música paranaense… Acho que eu e meus amigos somos apenas uma partezinha disso. Todas as cidades se comunicam muito também, então é um puxando o outro. Ninguém levantou sozinho. Ninguém está levantando sozinho. Não consigo separar muito por cidades as coisas. São encontros que vão além da geografia. E esse crescimento da música curitibana acontece porque outras cidades se abriram e se envolveram com as coisas que acontecem em Curitiba e porque Curitiba se envolveu e se abriu a outras cidades. Então é difícil dizer quem cresceu o quê, onde e porquê. As coisas estão simplesmente se movendo juntas. Seja pelo impulso, pelo empurrão ou pela rasteira.

Só sei que sem esses meus amigos eu não seria absolutamente nada profissionalmente. E acho que ninguém seria nada profissionalmente sem bons amigos trabalhando junto. Digo isso por empirismo e não por romantismo.

E quanto ao seu futuro? Pretende lançar nos próximos meses um novo trabalho, ou alguma colaboração?

Sim. Em março/abril vou lançar um EP. Eu e o Vinícius Nisi estamos trabalhando nele. É um trabalho nosso. Estamos gravando tudo sozinhos. Vai ser uma puta trabalho lindo e conceitual e com uma sonoridade bem distinta do meu primeiro disco. O público pode esperar por algo bem bonito!

Se for tão bonito quanto “Tudo Começou Aqui”, certamente vamos adorar… Seu trabalho encanta, e com a parceria de um cara como o Vinícius Nisi vamos ter, certamente, mais um “colírio para nossos ouvidos”. O RPblogging agradece imensamente a sua disponibilidade para essa que é a segunda entrevista do site. Gostaria de deixar um recado final para os leitores?

Só tenho uma coisa a dizer: LIVRO. Logo vocês vão entender.

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Créditos:

Perguntas: Renan Pereira.

Respostas: Ana Larousse.

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